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Enviado por Rafael Velame - 27.2.2010 | 18h34m
O véu de Santana

Por César Oliveira*

Amo quando a cidade desperta vestida de neblina, como uma peça fina e delicada a cobrir seus pudores, a amenizar a dureza de seus contornos e de seu cotidiano, como se, de repente, fosse de céu, apenas, o  horizonte de nosso olhar.

Amo quando estes fiapos de  vento do mar, vindo das bandas da Bahia,  resfriado na evaporação das águas, nos domínios de  Yemanjá, se fazem feirenses, desmanchando-se feito amante no cio nos braços matinais e domadores do calor sertanejo, que  limita seu viajar e o transforma em  vapor esbranquiçado e cerração urbana.

Amo quando esta neblina silenciosa e cedeira  vem e  invade nossos corpos sob as cobertas, feito companheira e amada, cúmplice de sono e sonhos, neste passar sem destino que é o dormir. E quando  empurra a manhã para depois, como se o dia pudesse custar a começar, a vida não fosse o desencanto de ser, e tudo  se fizesse nesta preguiça de coisa alguma, neste tardar de não ir.

Amo quando esta festa de névoa e bruma faz  parecer que  abrir os olhos é inventar um sertão de fantasia, algodão-doce de menino, brincadeira de circo, feitiço de esconde-esconde, das ruas descalças, das cores mal pintadas, dos homens maus, das exigências e ordenações, das obrigações inevitáveis.

É como se fosse possível dançar nu, de nobrezas, títulos e vergonhas, por entre as árvores, até o orvalho mais derradeiro de suas folhas, de suas flores de enfeitar ilusões e flutuar nesta esteira de ar, como quem adormece sobre  a pureza e a ternura depois de uma longa noite de amor.

Amo a cidade disfarçada sob a cor única de seu véu, a Feira, que lava suas dores neste anonimato urbano, como um abraço sem distinção de credos e ruas, todas iguais, como uma redenção do imaginário, sem rudezas, como se tropeiros tangessem, ainda, seus burros com barris e caçuás, suas boiadas, na poeira, e apenas o aboio pudesse nos guiar enquanto o álibi deste vento protetor e liquefeito cerca as lonjuras para quem acorda.

Amo a cidade rodeada de neblina, como se estivesse num cesto ao avesso e o céu fosse chão,  e os bocapius pudessem ser abarrotados de esperanças nestas manhãs que se fazem num tecer de artesão, e não no correr de cavalos encantados, mas na lentidão maturada e musical de um carro de boi.

E, quando o sol  se assume de responsabilidades e lentamente começa a desnudar minha aldeia de sua capa de inocência e serenidade para devolvê-la à agitação cotidiana e  urgente, me desfaço. Mas,  enquanto for este inverno,  viverei de me reinaugurar, ainda que por breve ser, sob o véu de Santana.


*César Oliveira é médico, professor da Uefs, poeta e colunista do jornal Tribuna Feirense.

 
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Enviado por Rafael Velame - 22.2.2010 | 16h00m
Entrevista: Graça Pimenta

Maria das Graças Pessôa Pereira Pimenta é uma primeira-dama digamos, “presente”. Sempre ao lado do marido, o prefeito de Feira de Santana, Tarcízio Pimenta, a presença de Graça transita entre a mera figuração que cabe às primeiras-damas e a discórdia nas rinhas políticas. Em entrevista ao Blog do Velame, Graça Pimenta, demonstrou estar em sintonia com os projetos políticos do esposo, inclusive no que diz respeito ao seu futuro político. Comedida, Graça Pimenta garantiu que os aliados não têm motivos para ciúmes da sua possível candidatura a deputada e desconversou sobre o “sonho” ser secretária de saúde do município. 

Blog do Velame: O que faz pensar que se elegeria deputada caso se candidate em 2010? 

Graça Pimenta: Qualquer aspiração que uma pessoa venha a ter na vida deve ser voltada  para o  desenvolvimento de projetos e iniciativas que possibilitem o sucesso. Isso não é só quando se vai concorrer a uma eleição, é para qualquer  projeto de vida, seja de natureza pessoal ou profissional. Ninguém consegue chegar ao sucesso sem lutar pelo que almeja. 

Blog do Velame: A senhora já conversou com o prefeito Tarcízio Pimenta sobre a possível candidatura? Qual a opinião dele sobre o assunto? 
 
Graça Pimenta: Questões pertinentes a candidatura ou possibilidades eleitorais deverão ser discutidas em momento oportuno. Qualquer candidatura ou aspiração política que gere discussão envolvendo decisões importantes devem ser analisadas pelo grupo que faço parte. 

 Blog do Velame: A sua candidatura certamente causará ciúmes em alguns aliados do prefeito Tarcízio Pimenta. A senhora está preparada para enfrentar este desgaste? 
 
Graça Pimenta: Não há nenhuma razão, nem motivos para comportamentos dessa natureza. Feira de Santana tem quase 300 mil eleitores, o que dá possibilidade para eleger vários deputados estaduais. As candidaturas dentro de um grupo não podem ser vistas como antagônicas e sim como soma no objetivo de fortalecer o grupo político ao qual se pertence. 

Blog do Velame: Caso seja eleita deputada, qual seria a bandeira do mandato de Graça Pimenta? 
 
Graça Pimenta: Caso venha a disputar a eleição, pretendo defender os princípios básicos de um trabalho voltado para o cidadão com ações no campo de captação de investimentos para os municípios. Desenvolver projetos na área social que contemplem ações de atenção ao cidadão independente de raça, sexo, idade e religião. 

Blog do Velame: Comenta-se que assumir a Secretaria de Saúde é um desejo pessoal seu. Existe a possibilidade de assumir a pasta ainda no mandato de Tarcízio? 
 
Graça Pimenta: A Secretaria de Saúde está sendo bem conduzida, a linha administrativa  tem obtido êxito e o importante é que os reflexos do trabalho empreendido tem surtido efeito junto a  população. Como cidadã, como profissional de saúde, que trabalha no serviço público por opção, e como primeira dama do município de Feira de Santana, procuro dar a minha contribuição com trabalho, com sugestões dadas ao prefeito e equipe de saúde da Secretaria para melhor atender  às necessidades da população. Sou uma pessoa privilegiada, já que trabalho no que gosto, pois sou enfermeira com pós-graduação em Administração dos Serviços de Saúde (Saúde Pública e Administração Hospitalar) e na vida profissional venho aplicando os meus conhecimentos em prol do bem estar da comunidade. Sinto-me feliz com isso, pois tenho um compromisso comigo mesma, com a comunidade e principalmente com Deus. Ele está sempre à frente de tudo em minha vida. 

Blog do Velame: Como a enfermeira Graça Pimenta avalia a atual situação da saúde pública em Feira de Santana
 
Graça Pimenta:
Saúde sempre foi e será um dos problemas enfrentados pelos gestores. Com 20 anos de profissão, desenvolvendo minhas atividades em serviço público, percebo uma melhora substancial após a Municipalização Plena da Saúde, uma vez que os recursos são repassados diretamente aos cofres públicos do município pelo Governo Federal. Isso permite que o gestor municipal aplique os recursos conforme a realidade e reais necessidades  de cada município. O ex-prefeito José Ronaldo soube muito  bem aplicar estes recursos e, atualmente, o prefeito Tarcízio Pimenta que é medico, conhecedor dessa realidade, vem dando continuidade ao trabalho com aplicação e modernização das ações, além de investimentos significativos na área de prevenção. O governo municipal está fazendo investimentos para qualificar melhor as ações e isso tem sido sentido com a satisfação e o reconhecimento do trabalho pela comunidade. Há uma diminuição substancial do número de queixas da população. 

Blog do Velame: A internet deve ser bastante usada na campanha de 2010. Como a senhora vê essa nova ferramenta de se fazer política? 
 
Graça Pimenta: Como uma forma positiva, por ser mais um canal de informação , além dos já existentes, que será utilizado principalmente numa cidade como Feira de Santana que está se tornando “Cidade Digital”, oferecendo maior facilidade de acesso a essa ferramenta.


 

 
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Enviado por Rafael Velame - 16.2.2010 | 12h36m
Quem mexeu no nosso queijo?

Por Adriana Matos*

Li em alguma das minhas centenas de folhas espalhadas sobre minha mesa de estudo – não sei quando, muito menos de quem – que o importante mesmo é a gente conseguir afastar dos nossos olhos e coração todo e qualquer sentimento de raiva, mágoa ou coisa que o valha.  Mas, sinceramente, não tenho conseguido me desvencilhar de tais sentimentos quando lembro do meu QUEIJO, ou  melhor, do queijo do meu marido.

Há  dois anos, tenho travado dentro de mim uma guerra homérica – sem exagero algum – contra o silêncio e a espera. Mas, nesta madrugada – já são quase duas horas de um novo dia – decidi conversar com as palavras – coisa que adoro – já que o senhor Osvaldo Barreto Filho, Secretário de Educação da Bahia, insiste em não devolver o queijo à nossa mesa.

Em 2005, eu e meu marido resolvemos dedicar todo o mês das nossas férias para estudarmos juntos. Havíamos decidido fazer o concurso para professor do Estado cujas provas se realizariam naquele ano. O resultado soou como música, valera à pena tanto esforço: eu havia galgado o primeiro lugar para Antonio Cardoso e ele, o segundo lugar para Anguera. Festejamos e aguardamos as convocações. Resultado: fui nomeada professora de Língua Portuguesa - leciono há quase três anos - e Joací ... bem, meu marido teve seu queijo mexido. Explico melhor: a candidata classificada em primeiro lugar, Zenaide Leão Machado, foi convocada pela Secretaria de Educação, mas designada para outra cidade que não Anguera. O queijo, então, permanecia lá. A vaga era de quem? Isso mesmo, esperávamos, ansiosos, para que a vaga fosse preenchida pelo segundo lugar: meu marido. Mas não aconteceu.

Em 2008, Joací – meu marido – chegou a ocupar as 20 horas vagas existentes na Escola Estadual Arthur Vieira de Oliveira, única pública estadual naquela cidade, na esperança de logo ser convocado. Meu amigo, não é por nada não. Sabe aquele texto que comentei no início dessa nossa conversa sobre não alimentar sentimentos ruins?  Lembrei-me de outra parte dele: um dia a gente aprende a respeitar as vontades alheias mesmo que estas não comunguem das suas. Quando o ano letivo de 2008 terminou, depois de o professor Joací Souza Mendes entregar notas e o seu famoso sorriso largo, a surpresa: descobrimos que o queijo de Joací ia ser comido por outra pessoa, uma candidata que havia sido classificada em 6º lugar e feito o concurso para a cidade de Conceição do Jacuípe - usarei um nome fictício para não expor a professora que, creio – quero mesmo crer nisso -, nada tem a ver com o erro cometido pela Secretaria de Educação do Estado da Bahia. A chamarei de Flor -. Arregalei os olhos e não acreditei.

A pergunta que não quer calar até hoje, no entanto, e que sonoriza aos meus ouvidos desde então é: quem, afinal, mexeu no nosso queijo? Antes dessa, porém, sinto-me totalmente à vontade para responder a duas possíveis perguntas que você leitor ou leitora deve estar a se fazer: o por quê de eu estar escrevendo o texto e não meu marido, e o por quê do uso constante do pronome em primeira pessoa do plural – nosso. Primeiro, Joací não gosta de resolver as coisas tendo que se expor e expor outras pessoas, ou seja, desnudar sua vida pessoal através desse que considero o melhor e maior veículo de comunicação: a imprensa. Acho que simpatizou com o texto e cansou mesmo de esperar, permitindo-me, pois, publicá-lo. Depois, venhamos e convenhamos, a nossa casa, as nossas filhas, a nossa vida, o nosso esforço é tudo um conjunto ... e as nossas lutas por nossos queijos passam por aí ...  Portanto, voltemos para os finalmentes ...

O edital1 é claro: a SEC tem obrigação de convocar enquanto não for preenchida a vaga divulgada. No caso de Anguera, uma vaga foi ofertada para Língua Portuguesa, a qual, meus camaradas, não foi contemplada por quem se classificou em primeiro lugar, o que não é difícil deduzir quem deveria ocupá-la: o classificado em seguida, Joací Souza Mendes.

O edital também é claro ao afirmar que respeitaria rigorosamente a ordem de classificação. Estávamos enganados: uma mágica aconteceu - mais uma vez lembro-me de mais uma frase do tal texto de auto-ajuda que citei no início: devemos entender que as coisas acontecem para nos deixar mais fortes e mais maduros. Sinceramente?  Não queremos entender o erro e não vamos aceitar tal irregularidade ou injustiça, dêem o nome que desejarem.

2009 foi mais um ano de luta para, finalmente, descobrirmos quem mexeu no nosso queijo e fez a tal mágica para que uma candidata de outra cidade e de classificação tão distante da de Joací pudesse desfrutar desse queijo. Em conversa com o então diretor regional da Direc 2, Moura Pinho, o inexplicável virava explicação: o diretor, o homem que, teoricamente, assina e despacha os documentos de uma Direc, confessou para mim, numa tarde na SEC, não ter sido ele o autor de tal ato!  Nessa hora, não dava pra lembrar do tal texto: transformar a raiva em amor e aprendizado. E eu, mais uma vez, arregalei os olhos e não acreditei. Mexeram no nosso queijo bem embaixo do nariz de quem devia dá-lo a quem de direito.

E a nossa peregrinação à Direc 2 prosseguia. E as promessas se multiplicavam. Vinham de todo canto: de um deputado aqui, de uma deputada acolá; do próprio diretor daqui e da secretária do diretor de cá; enfim ... a esperança – cuja morte está bem próxima, uma vez que o prazo do concurso está quase expirando – aumentou um pouco quando, por telefone, de forma muito gentil e atenciosa, por sinal, a diretora da escola onde Joací Souza Mendes deveria estar lecionando confirmou três coisas que me fizeram, mais uma vez, arregalar os olhos: primeiro, que realmente ELE deveria ter sido designado para lá antes da professora de Conceição do Jacuípe; havia 20 horas vagas reais ainda e, pasmem, as aulas de Língua Portuguesa dessas horas vagas estavam sendo dadas por professores de História, Geografia e outras disciplinas. Fico imaginando se os pais daqueles alunos e alunas tinham idéia – ou os próprios – do que é uma aula de Língua Portuguesa dada por professores não habilitados para tal. Celso Pedro Luft que o diga .... gramatiquês e coisas que o valham ...

Mas voltemos ao nosso queijo e nossas despedidas ...

Mesmo com todas essas informações, Joací Souza Mendes não teve a mesma sorte da professora Flor, de conseguir alguém tão legal para designá-la a ocupar de forma senão ilegal – ao menos imoral e injusto – o lugar de uma pessoa que atingiu uma colocação superior a sua e numa cidade para onde a candidata não fez o concurso, o que é, no mínimo estranho, uma vez que o próprio edital é também claro ao afirmar que a transferência do professor nomeado só é permitida depois de completado o estágio probatório.

Pessimismos, desilusões e descrença no Sistema à parte, terminamos 2009 ainda alimentando a tal esperança. Dois motivos: recorremos ao Ministério Público e passamos a contar com um homem que, ao menos, ouve: o novo diretor da Direc 2. Tivemos com ele três ou quatro vezes e a capacidade de seu Eutímio Almeida não só de escutar – mas escutar mesmo - mas também de olhar no olho da gente, me fez lembrar a professora Lindinalva Cedraz, uma diretora que, independente da nossa camisa partidária, RESOLVIA as coisas.

Seu Eutímio é uma pessoa que ainda não conheço, ainda sequer pesquisei seu currículo – são quase três da manhã e não farei isso agora, perdoem-me - mas é alguém em quem estamos depositando nossa confiança, mesmo sem ele ter tido feito promessas; é alguém em quem a minha intuição feminina – tomara a Deus que eu não volte a arregalar os meus olhos – diz que, ao menos, tentará fazer com que a SEC desfaça essa injustiça – ou irregularidade, isso quem julgará é o Ministério Público -  e nos fará acreditar que a Educação nos municípios dirigidos pela Direc 2 está sob o olhar e o coração de quem realmente acredita e quer uma EDUCAÇÃO de qualidade. Afinal, esperamos, verdadeiramente, também comer do NOSSO queijo!
 

 
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